Já no fim da tarde, subia o pequeno curso e ele sai do nada, brota do chão. Sem reação olhei nos olhos e como uma intercessão olhada também fui. Uma encarada de segundos o disse tudo que precisava ouvir, não que eu quisesse tratar do - péssimo - acontecido, não mesmo, mas parecia algo realmente necessário. Passei uns minutos depois meio nervosa, não nervo alegre, um nervo bem nervoso por pensar que mesmo evitando ao máximo naquele momento e lugar ele surgiu, para ser respondido, mesmo sem - talvez - perceber.
É um alívio imenso encerrar essa história tão "banal" sem precisar dizer, só olhar .
17 Maio, 2011
E bateu a aflição
Postado por Ana Clara às 20:02
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